Mortes por malária — todos os países

Mortes por malária — Mayotte

Mortes por malária em Mayotte em 2024 — 0 pess.. Posição 1 no mundo, de um total de 109. Desde 2003, o indicador caiu 100%.

2024 0 pess.
Posição no mundo 1de 109
Máximo do período 792 pess.2003
Mínimo do período 0 pess.2021

Evolução ao longo do tempo

2003–2024 · pessoas

Mortes por malária — Mayotte, 2003–20240200400600800200320062009201220152018202120242003: 792 pess.2004: 743 pess.2005: 500 pess.2006: 318 pess.2007: 292 pess.2008: 198 pess.2009: 102 pess.2010: 237 pess.2011: 50 pess.2012: 29 pess.2013: 1 pess.2014: 1 pess.2015: 1 pess.2016: 18 pess.2017: 9 pess.2018: 3 pess.2019: 4 pess.2020: 2 pess.2021: 0 pess.2022: 0 pess.2023: 0 pess.2024: 0 pess.
Variação no período: −792 (−100%)

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mayotte

Mayotte 0 pess.
Mundo calculado 609.930 pess.
África Subsaariana calculado 594.119 pess.
África Oriental calculado 151.832 pess.
Mortes por malária — Mayotte, por ano Mayotte Todos os países CSV XLSX
Ano pess. Variação Variação, %
2024 0 +0
2023 0 +0
2022 0 +0
2021 0 −2 −100%
2020 2 −2 −50%
2019 4 +1 +33,33%
2018 3 −6 −66,67%
2017 9 −9 −50%
2016 18 +17 +1.700%
2015 1 +0 +0%
2014 1 +0 +0%
2013 1 −28 −96,55%
2012 29 −21 −42%
2011 50 −187 −78,9%
2010 237 +135 +132,35%
2009 102 −96 −48,48%
2008 198 −94 −32,19%
2007 292 −26 −8,18%
2006 318 −182 −36,4%
2005 500 −243 −32,71%
2004 743 −49 −6,19%
2003 792

Sobre o indicador

Número estimado de mortes por malária no ano. A série é mantida apenas para os países onde há transmissão de malária: nos demais ela não existe, e isso não é uma lacuna nos dados, mas a ausência do fenômeno. A maior parte das mortes é de crianças menores de cinco anos na África Subsaariana, o que faz da malária uma das poucas infecções em que a estrutura etária da mortalidade é tão deslocada.

Importante: Na tabela estão apenas os países onde há transmissão de malária — cerca de 110 territórios. Para os demais o valor está ausente, e isso deve ser lido como “praticamente zero”, e não como “desconhecido”.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.