Mortes por malária — todos os países

Mortes por malária — Guiana Francesa

Mortes por malária na Guiana Francesa em 2024 — 0 pess.. Posição 1 no mundo, de um total de 109.

2024 0 pess.
Posição no mundo 1de 109
Máximo do período 5 pess.2003
Mínimo do período 0 pess.2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · pessoas

Mortes por malária — Guiana Francesa, 2000–202402462000200320062009201220152018202120242000: 0 pess.2001: 3 pess.2002: 2 pess.2003: 5 pess.2004: 1 pess.2005: 2 pess.2006: 5 pess.2007: 5 pess.2008: 2 pess.2009: 1 pess.2010: 1 pess.2011: 2 pess.2012: 2 pess.2013: 3 pess.2014: 0 pess.2015: 0 pess.2016: 0 pess.2017: 0 pess.2018: 0 pess.2019: 0 pess.2020: 0 pess.2021: 0 pess.2022: 0 pess.2023: 0 pess.2024: 0 pess.
Variação no período: +0

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiana Francesa

Guiana Francesa 0 pess.
Mundo calculado 609.930 pess.
América Latina e Caribe calculado 504 pess.
América do Sul calculado 269 pess.
Mortes por malária — Guiana Francesa, por ano Guiana Francesa Todos os países CSV XLSX
Ano pess. Variação Variação, %
2024 0 +0
2023 0 +0
2022 0 +0
2021 0 +0
2020 0 +0
2019 0 +0
2018 0 +0
2017 0 +0
2016 0 +0
2015 0 +0
2014 0 −3 −100%
2013 3 +1 +50%
2012 2 +0 +0%
2011 2 +1 +100%
2010 1 +0 +0%
2009 1 −1 −50%
2008 2 −3 −60%
2007 5 +0 +0%
2006 5 +3 +150%
2005 2 +1 +100%
2004 1 −4 −80%
2003 5 +3 +150%
2002 2 −1 −33,33%
2001 3 +3
2000 0

Sobre o indicador

Número estimado de mortes por malária no ano. A série é mantida apenas para os países onde há transmissão de malária: nos demais ela não existe, e isso não é uma lacuna nos dados, mas a ausência do fenômeno. A maior parte das mortes é de crianças menores de cinco anos na África Subsaariana, o que faz da malária uma das poucas infecções em que a estrutura etária da mortalidade é tão deslocada.

Importante: Na tabela estão apenas os países onde há transmissão de malária — cerca de 110 territórios. Para os demais o valor está ausente, e isso deve ser lido como “praticamente zero”, e não como “desconhecido”.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.