Incidência de tuberculose — todos os países

Incidência de tuberculose — Islândia

Incidência de tuberculose na Islândia em 2024 — 3 por 100 mil. Posição 18 no mundo, de um total de 208. Desde 2000, o indicador caiu 34,8%.

2024 3 por 100 mil −16,67% vs 2023
Posição no mundo 18de 208
Máximo do período 7 por 100 mil2010
Mínimo do período 2 por 100 mil2003

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · por 100.000 pessoas

Incidência de tuberculose — Islândia, 2000–2024024682000200320062009201220152018202120242000: 5 por 100 mil2001: 4 por 100 mil2002: 3 por 100 mil2003: 2 por 100 mil2004: 4 por 100 mil2005: 3 por 100 mil2006: 4 por 100 mil2007: 4 por 100 mil2008: 2 por 100 mil2009: 3 por 100 mil2010: 7 por 100 mil2011: 3 por 100 mil2012: 3 por 100 mil2013: 3 por 100 mil2014: 2 por 100 mil2015: 2 por 100 mil2016: 2 por 100 mil2017: 4 por 100 mil2018: 2 por 100 mil2019: 4 por 100 mil2020: 3 por 100 mil2021: 2 por 100 mil2022: 4 por 100 mil2023: 4 por 100 mil2024: 3 por 100 mil
Variação no período: −2 (−34,78%) Taxa média anual: -1,77 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Islândia

Islândia 3 por 100 mil
Mundo 131 por 100 mil
Europa e Ásia Central 22 por 100 mil
Europa do Norte calculado 9 por 100 mil
Países de renda alta calculado 12 por 100 mil
Incidência de tuberculose — Islândia, por ano Islândia Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2024 3 −1 −16,67%
2023 4 −1 −14,29%
2022 4 +2 +121,05%
2021 2 −1 −42,42%
2020 3 −0 −8,33%
2019 4 +1 +56,52%
2018 2 −2 −39,47%
2017 4 +2 +111,11%
2016 2 −0 −14,29%
2015 2 −0 −12,5%
2014 2 −1 −29,41%
2013 3 +0 +9,68%
2012 3 +1 +24%
2011 3 −4 −63,77%
2010 7 +4 +146,43%
2009 3 +1 +47,37%
2008 2 −2 −51,28%
2007 4 −0 −9,3%
2006 4 +1 +26,47%
2005 3 −0 −10,53%
2004 4 +2 +123,53%
2003 2 −1 −39,29%
2002 3 −1 −33,33%
2001 4 −0 −8,7%
2000 5

Sobre o indicador

Número estimado de casos novos e de recidiva de tuberculose (todas as formas) por 100.000 habitantes ao ano. A OMS estima a incidência levando em conta a detecção incompleta: na prática são diagnosticados menos casos do que os que surgem. A tuberculose continua sendo uma das principais causas infecciosas de morte no mundo.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.