Percentual da população urbana — todos os países

Percentual da população urbana — São Cristóvão e Névis

Percentual da população urbana em São Cristóvão e Névis em 2025 — 31,9%. Posição 193 no mundo, de um total de 217. Desde 1960, o indicador aumentou 4,4 p.p..

2025 31,9% +0,1 p.p. vs 2024
Posição no mundo 193de 217
Máximo do período 35,9%1980
Mínimo do período 27,5%1960

Evolução ao longo do tempo

1960–2025 · % da população

Percentual da população urbana — São Cristóvão e Névis, 1960–202527,53032,53537,519601967197419811988199520022009201620231960: 27,5%1962: 28,5%1964: 30%1966: 31,8%1968: 33,3%1970: 34,2%1972: 34,7%1974: 35,2%1976: 35,6%1978: 35,8%1980: 35,9%1982: 35,8%1984: 35,6%1986: 35,3%1988: 35%1990: 34,6%1992: 34,3%1994: 33,9%1996: 33,5%1998: 33,1%2000: 32,8%2002: 32,4%2004: 32,1%2006: 31,8%2008: 31,6%2010: 31,3%2012: 31,2%2014: 31,2%2016: 31,3%2018: 31,4%2020: 31,5%2022: 31,6%2024: 31,8%2025: 31,9%
Variação no período: +4,4 p.p. Média anual: 0,07 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Cristóvão e Névis

São Cristóvão e Névis 31,9%
Mundo 57,8%
Caribe calculado 69%
Países de renda alta calculado 80,3%
Percentual da população urbana — São Cristóvão e Névis, por ano São Cristóvão e Névis Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 31,9 +0,1 p.p.
2024 31,8 +0,1 p.p.
2023 31,7 +0,1 p.p.
2022 31,6 +0,1 p.p.
2021 31,5 +0,1 p.p.
2020 31,5 +0,1 p.p.
2019 31,4 +0,1 p.p.
2018 31,4 +0 p.p.
2017 31,3 +0 p.p.
2016 31,3 +0 p.p.
2015 31,3 +0 p.p.
2014 31,2 +0 p.p.
2013 31,2 +0 p.p.
2012 31,2 +0 p.p.
2011 31,2 −0,1 p.p.
2010 31,3 −0,1 p.p.
2009 31,4 −0,1 p.p.
2008 31,6 −0,1 p.p.
2007 31,7 −0,1 p.p.
2006 31,8 −0,1 p.p.
2005 32 −0,1 p.p.
2004 32,1 −0,2 p.p.
2003 32,3 −0,2 p.p.
2002 32,4 −0,2 p.p.
2001 32,6 −0,2 p.p.
2000 32,8 −0,2 p.p.
1999 32,9 −0,2 p.p.
1998 33,1 −0,2 p.p.
1997 33,3 −0,2 p.p.
1996 33,5 −0,2 p.p.
1995 33,7 −0,2 p.p.
1994 33,9 −0,2 p.p.
1993 34,1 −0,2 p.p.
1992 34,3 −0,2 p.p.
1991 34,5 −0,2 p.p.
1990 34,6 −0,2 p.p.
1989 34,8 −0,2 p.p.
1988 35 −0,2 p.p.
1987 35,1 −0,2 p.p.
1986 35,3 −0,2 p.p.
1985 35,5 −0,1 p.p.
1984 35,6 −0,1 p.p.
1983 35,7 −0,1 p.p.
1982 35,8 −0,1 p.p.
1981 35,9 −0 p.p.
1980 35,9 +0 p.p.
1979 35,9 +0,1 p.p.
1978 35,8 +0,1 p.p.
1977 35,7 +0,1 p.p.
1976 35,6 +0,2 p.p.
1975 35,4 +0,2 p.p.
1974 35,2 +0,2 p.p.
1973 35 +0,2 p.p.
1972 34,7 +0,3 p.p.
1971 34,5 +0,3 p.p.
1970 34,2 +0,4 p.p.
1969 33,8 +0,6 p.p.
1968 33,3 +0,7 p.p.
1967 32,6 +0,8 p.p.
1966 31,8 +0,9 p.p.
1965 30,9 +0,9 p.p.
1964 30 +0,8 p.p.
1963 29,2 +0,7 p.p.
1962 28,5 +0,6 p.p.
1961 27,9 +0,4 p.p.
1960 27,5

Sobre o indicador

Parcela da população que vive em áreas urbanas, em porcentagem do total. A ressalva principal: os critérios de “cidade” são definidos por cada país — em alguns é um núcleo a partir de 2.000 habitantes, em outros a partir de 20.000 ou pelo status administrativo. Por isso as comparações internacionais do grau de urbanização são sempre aproximadas, enquanto a evolução dentro de um mesmo país é reveladora.

Importante: Saltos bruscos em anos isolados costumam ser explicados não por migração, mas por mudanças nos limites administrativos das cidades.

Fonte: World Population Prospects (ONU), licença CC BY 3.0 IGO.