Percentual da população urbana — todos os países

Percentual da população urbana — Panamá

Percentual da população urbana no Panamá em 2025 — 66,2%. Posição 102 no mundo, de um total de 217. Desde 1960, o indicador aumentou 24,9 p.p..

2025 66,2% +0,2 p.p. vs 2024
Posição no mundo 102de 217
Máximo do período 66,2%2025
Mínimo do período 41,3%1960

Evolução ao longo do tempo

1960–2025 · % da população

Percentual da população urbana — Panamá, 1960–20254050607019601967197419811988199520022009201620231960: 41,3%1962: 42,3%1964: 43,8%1966: 45,3%1968: 46,7%1970: 47,6%1972: 48,2%1974: 48,6%1976: 48,9%1978: 49,3%1980: 49,8%1982: 50,4%1984: 51,1%1986: 51,9%1988: 52,8%1990: 53,9%1992: 55,3%1994: 57,2%1996: 59,2%1998: 61%2000: 62,2%2002: 63%2004: 63,8%2006: 64,4%2008: 64,8%2010: 65,1%2012: 65,3%2014: 65,5%2016: 65,6%2018: 65,7%2020: 65,8%2022: 65,8%2024: 66%2025: 66,2%
Variação no período: +24,9 p.p. Média anual: 0,38 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Panamá

Panamá 66,2%
Mundo 57,8%
América Central calculado 75%
Países de renda alta calculado 80,3%
Percentual da população urbana — Panamá, por ano Panamá Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 66,2 +0,2 p.p.
2024 66 +0,1 p.p.
2023 65,9 +0 p.p.
2022 65,8 +0 p.p.
2021 65,8 +0 p.p.
2020 65,8 +0 p.p.
2019 65,8 +0 p.p.
2018 65,7 +0,1 p.p.
2017 65,7 +0,1 p.p.
2016 65,6 +0,1 p.p.
2015 65,5 +0,1 p.p.
2014 65,5 +0,1 p.p.
2013 65,4 +0,1 p.p.
2012 65,3 +0,1 p.p.
2011 65,2 +0,1 p.p.
2010 65,1 +0,1 p.p.
2009 65 +0,2 p.p.
2008 64,8 +0,2 p.p.
2007 64,6 +0,2 p.p.
2006 64,4 +0,3 p.p.
2005 64,1 +0,3 p.p.
2004 63,8 +0,3 p.p.
2003 63,4 +0,4 p.p.
2002 63 +0,4 p.p.
2001 62,6 +0,4 p.p.
2000 62,2 +0,5 p.p.
1999 61,7 +0,7 p.p.
1998 61 +0,8 p.p.
1997 60,2 +0,9 p.p.
1996 59,2 +1 p.p.
1995 58,2 +1 p.p.
1994 57,2 +1 p.p.
1993 56,3 +0,9 p.p.
1992 55,3 +0,8 p.p.
1991 54,5 +0,7 p.p.
1990 53,9 +0,5 p.p.
1989 53,3 +0,5 p.p.
1988 52,8 +0,5 p.p.
1987 52,4 +0,4 p.p.
1986 51,9 +0,4 p.p.
1985 51,5 +0,4 p.p.
1984 51,1 +0,4 p.p.
1983 50,7 +0,3 p.p.
1982 50,4 +0,3 p.p.
1981 50,1 +0,3 p.p.
1980 49,8 +0,3 p.p.
1979 49,5 +0,2 p.p.
1978 49,3 +0,2 p.p.
1977 49,1 +0,2 p.p.
1976 48,9 +0,2 p.p.
1975 48,7 +0,2 p.p.
1974 48,6 +0,2 p.p.
1973 48,4 +0,2 p.p.
1972 48,2 +0,2 p.p.
1971 47,9 +0,3 p.p.
1970 47,6 +0,4 p.p.
1969 47,2 +0,5 p.p.
1968 46,7 +0,7 p.p.
1967 46 +0,7 p.p.
1966 45,3 +0,8 p.p.
1965 44,5 +0,8 p.p.
1964 43,8 +0,7 p.p.
1963 43 +0,7 p.p.
1962 42,3 +0,6 p.p.
1961 41,7 +0,5 p.p.
1960 41,3

América Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da população que vive em áreas urbanas, em porcentagem do total. A ressalva principal: os critérios de “cidade” são definidos por cada país — em alguns é um núcleo a partir de 2.000 habitantes, em outros a partir de 20.000 ou pelo status administrativo. Por isso as comparações internacionais do grau de urbanização são sempre aproximadas, enquanto a evolução dentro de um mesmo país é reveladora.

Importante: Saltos bruscos em anos isolados costumam ser explicados não por migração, mas por mudanças nos limites administrativos das cidades.

Fonte: World Population Prospects (ONU), licença CC BY 3.0 IGO.