População carcerária por 100 mil na América Latina e no Caribe em 2018 — 256,7 por 100 mil. Desde 2006, o indicador aumentou 48,1%.
2006–2018 · por 100.000 pessoas
| Ano | por 100 mil | Variação | Variação, % |
|---|---|---|---|
| 2018 | 256,7 | — | — |
| 2016 | 258,5 | — | — |
| 2014 | 244,6 | — | — |
| 2012 | 227,9 | — | — |
| 2010 | 201,7 | — | — |
| 2008 | 188 | — | — |
| 2006 | 173,4 | — | — |
Número de pessoas mantidas em estabelecimentos de execução penal e em unidades de prisão provisória, por 100 mil habitantes. Entram no indicador tanto os condenados quanto os presos que aguardam julgamento — em vários países o segundo grupo é mais da metade. Dados do UNODC, coletados dos serviços penitenciários nacionais.
Importante: O indicador não mede o nível de criminalidade. Um valor alto indica, com a mesma probabilidade, uma prática judicial severa, e não a situação criminal do país.
Fonte: Estatísticas de criminalidade do UNODC, licença Dados da ONU: uso livre com indicação da fonte.
Número de homicídios intencionais por 100 mil habitantes.
Criminalidade Número de homicídios intencionaisQuantas pessoas são vítimas de homicídio intencional por ano — em números absolutos, segundo o UNODC.
Criminalidade Homicídios: vítimas do sexo masculinoQuantos homens morrem por homicídio intencional em um ano. Na maioria dos países são quatro de cada cinco vítimas.
Criminalidade Homicídios: vítimas do sexo femininoQuantas mulheres morrem por homicídio intencional em um ano — um indicador que se costuma olhar separado do geral.
Criminalidade Homicídios de homens por 100 milTaxa de homicídios entre homens — quantas vítimas há por 100 mil habitantes do sexo masculino.