Participação dos combustíveis nas importações no Chade em 1995 — 17,93%. Posição 13 no mundo, de um total de 118. Desde 1962, o indicador aumentou 3,84 p.p..
1962–1995 · % das importações de mercadorias
Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Chade
| Ano | % | Variação, p.p. |
|---|---|---|
| 1995 | 17,93 | — |
| 1975 | 14,17 | −1,68 p.p. |
| 1974 | 15,86 | −0,47 p.p. |
| 1973 | 16,33 | +1,77 p.p. |
| 1972 | 14,56 | −2,01 p.p. |
| 1971 | 16,57 | +1,1 p.p. |
| 1970 | 15,47 | −0,98 p.p. |
| 1969 | 16,45 | −0,06 p.p. |
| 1968 | 16,52 | +1,79 p.p. |
| 1967 | 14,73 | −0,21 p.p. |
| 1966 | 14,94 | −5,56 p.p. |
| 1965 | 20,5 | +6,56 p.p. |
| 1964 | 13,93 | −1,58 p.p. |
| 1963 | 15,51 | +1,42 p.p. |
| 1962 | 14,09 | — |
O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles
Participação dos combustíveis nas importações de mercadorias — o outro lado da dependência de combustíveis. O indicador mede a vulnerabilidade à alta dos preços da energia: um país que gasta um quarto de suas importações com combustível perde receita, quando os preços dobram, do mesmo modo que um exportador perde quando eles caem. A série reage de forma visível aos choques do petróleo, e por ela se vê que nos anos 1970 a participação dos combustíveis nas importações dos países desenvolvidos cresceu várias vezes.
Importante: Participação no valor, e não no volume, por isso ela sobe quando o combustível encarece, mesmo sem mudança nas quantidades físicas. O agregado é ponderado pelas importações de mercadorias — o denominador do indicador.
Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.
Que parte das exportações de mercadorias corresponde a petróleo, gás, carvão e derivados.
Comércio internacional Participação dos alimentos nas importaçõesQue parte das importações de mercadorias o país gasta com comida — medida da dependência alimentar.
Comércio internacional Importações de mercadoriasImportação apenas de bens, sem serviços — dados da OMC.
Emissões e clima Emissões de CO₂ do petróleoQuanto dióxido de carbono vem da queima de derivados de petróleo — sobretudo no transporte.