Participação dos alimentos nas exportações — todos os países

Participação dos alimentos nas exportações — Mercosul

Participação dos alimentos nas exportações nos países do Mercosul em 2024 — 42,8%. Desde 1962, o indicador caiu 26,7 p.p..

2024 42,8% −1,73 p.p. vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 71,19%1965
Mínimo do período 30,14%2000

Evolução ao longo do tempo

1962–2024 · % das exportações de mercadorias

Participação dos alimentos nas exportações — Mercosul, 1962–20242040608019621969197619831990199720042011201820241962: 69,5%1963: 71,18%1964: 70,77%1965: 71,19%1966: 70,52%1967: 69,02%1968: 67,4%1969: 65,56%1970: 64,16%1971: 63,33%1972: 63,46%1973: 63,04%1974: 59,35%1975: 55,62%1976: 59,43%1977: 61,05%1978: 54,07%1979: 52,19%1980: 49,67%1981: 47,22%1982: 44,7%1983: 48,46%1984: 45,79%1985: 43,27%1986: 41,38%1987: 37,42%1992: 34,34%1993: 33,18%1994: 35,46%1995: 35,39%1996: 37,97%1997: 38,06%1998: 38,1%1999: 36,63%2000: 30,14%2001: 32,83%2002: 33,33%2003: 34,85%2004: 33,63%2005: 31,42%2006: 30,28%2007: 32,94%2008: 34,9%2009: 38,8%2010: 35,94%2011: 36,43%2012: 37,63%2013: 40,58%2014: 40,54%2015: 43,34%2016: 44,46%2017: 41,67%2018: 39,32%2019: 40,47%2020: 44,89%2021: 39,85%2022: 44,23%2023: 44,54%2024: 42,8%
Variação no período: −26,7 p.p. Média anual: -0,43 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mercosul

Mercosul 42,8%
Mundo 9,14%
Participação dos alimentos nas exportações — Mercosul, por ano Mercosul Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 42,8 −1,73 p.p.
2023 44,54 +0,3 p.p.
2022 44,23 +4,38 p.p.
2021 39,85 −5,04 p.p.
2020 44,89 +4,42 p.p.
2019 40,47 +1,15 p.p.
2018 39,32 −2,35 p.p.
2017 41,67 −2,79 p.p.
2016 44,46 +1,12 p.p.
2015 43,34 +2,8 p.p.
2014 40,54 −0,04 p.p.
2013 40,58 +2,95 p.p.
2012 37,63 +1,2 p.p.
2011 36,43 +0,49 p.p.
2010 35,94 −2,85 p.p.
2009 38,8 +3,9 p.p.
2008 34,9 +1,96 p.p.
2007 32,94 +2,66 p.p.
2006 30,28 −1,15 p.p.
2005 31,42 −2,21 p.p.
2004 33,63 −1,22 p.p.
2003 34,85 +1,51 p.p.
2002 33,33 +0,51 p.p.
2001 32,83 +2,69 p.p.
2000 30,14 −6,49 p.p.
1999 36,63 −1,47 p.p.
1998 38,1 +0,03 p.p.
1997 38,06 +0,09 p.p.
1996 37,97 +2,58 p.p.
1995 35,39 −0,07 p.p.
1994 35,46 +2,28 p.p.
1993 33,18 −1,17 p.p.
1992 34,34
1987 37,42 −3,96 p.p.
1986 41,38 −1,89 p.p.
1985 43,27 −2,52 p.p.
1984 45,79 −2,67 p.p.
1983 48,46 +3,76 p.p.
1982 44,7 −2,52 p.p.
1981 47,22 −2,45 p.p.
1980 49,67 −2,52 p.p.
1979 52,19 −1,88 p.p.
1978 54,07 −6,98 p.p.
1977 61,05 +1,62 p.p.
1976 59,43 +3,81 p.p.
1975 55,62 −3,73 p.p.
1974 59,35 −3,69 p.p.
1973 63,04 −0,41 p.p.
1972 63,46 +0,12 p.p.
1971 63,33 −0,83 p.p.
1970 64,16 −1,4 p.p.
1969 65,56 −1,84 p.p.
1968 67,4 −1,62 p.p.
1967 69,02 −1,49 p.p.
1966 70,52 −0,67 p.p.
1965 71,19 +0,42 p.p.
1964 70,77 −0,41 p.p.
1963 71,18 +1,67 p.p.
1962 69,5

Sobre o indicador

Participação dos alimentos nas exportações de mercadorias: grãos, carnes, lácteos, peixe, frutas, bebidas, óleos. Diferentemente da dependência de combustíveis e de metais, a especialização alimentar não é vista como vulnerabilidade do mesmo tipo — a demanda por comida cresce com a população e não está sujeita a substituição tecnológica. As maiores participações não vêm dos maiores produtores, mas de países pequenos com uma única cultura de exportação: café, cacau, banana.

Importante: Inclui bebidas e óleos vegetais, mas não as matérias-primas agrícolas como algodão, borracha e couro — para elas existe um indicador separado.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.