Participação de minérios e metais nas exportações — todos os países

Participação de minérios e metais nas exportações — Países Baixos

Participação de minérios e metais nas exportações nos Países Baixos em 2024 — 2,34%. Posição 81 no mundo, de um total de 130. Desde 1962, o indicador caiu 2,16 p.p..

2024 2,34% −0,04 p.p. vs 2023
Posição no mundo 81de 130
Máximo do período 4,5%1962
Mínimo do período 1,66%2001

Evolução ao longo do tempo

1962–2024 · % das exportações de mercadorias

Participação de minérios e metais nas exportações — Países Baixos, 1962–20241234519621969197619831990199720042011201820241962: 4,5%1964: 3,44%1966: 3,98%1968: 3,86%1970: 3,66%1972: 3,05%1974: 3,86%1976: 3,13%1978: 3,21%1980: 3,74%1982: 2,79%1984: 3,04%1986: 2,63%1988: 3,15%1990: 2,78%1992: 2,35%1994: 2,44%1996: 2,32%1998: 2,38%2000: 1,87%2002: 1,73%2004: 2,22%2006: 2,87%2008: 2,35%2010: 2,37%2012: 2,55%2014: 2,48%2016: 2,28%2018: 2,48%2020: 2,21%2022: 2,62%2024: 2,34%
Variação no período: −2,16 p.p. Média anual: -0,03 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países Baixos

Países Baixos 2,34%
Mundo 4,02%
Europa Ocidental calculado 2,6%
Países de renda alta calculado 4,09%
Participação de minérios e metais nas exportações — Países Baixos, por ano Países Baixos Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 2,34 −0,04 p.p.
2023 2,38 −0,24 p.p.
2022 2,62 −0,19 p.p.
2021 2,81 +0,61 p.p.
2020 2,21 −0,12 p.p.
2019 2,33 −0,15 p.p.
2018 2,48 +0,08 p.p.
2017 2,4 +0,12 p.p.
2016 2,28 −0,18 p.p.
2015 2,46 −0,02 p.p.
2014 2,48 +0,2 p.p.
2013 2,28 −0,27 p.p.
2012 2,55 −0,28 p.p.
2011 2,83 +0,46 p.p.
2010 2,37 +0,47 p.p.
2009 1,9 −0,45 p.p.
2008 2,35 −0,57 p.p.
2007 2,92 +0,05 p.p.
2006 2,87 +0,61 p.p.
2005 2,25 +0,04 p.p.
2004 2,22 +0,23 p.p.
2003 1,98 +0,25 p.p.
2002 1,73 +0,06 p.p.
2001 1,66 −0,21 p.p.
2000 1,87 −0,31 p.p.
1999 2,19 −0,19 p.p.
1998 2,38 +0,03 p.p.
1997 2,35 +0,03 p.p.
1996 2,32 −0,42 p.p.
1995 2,74 +0,29 p.p.
1994 2,44 −0,09 p.p.
1993 2,53 +0,18 p.p.
1992 2,35 −0,15 p.p.
1991 2,5 −0,28 p.p.
1990 2,78 −0,63 p.p.
1989 3,41 +0,27 p.p.
1988 3,15 +0,48 p.p.
1987 2,66 +0,03 p.p.
1986 2,63 −0,15 p.p.
1985 2,78 −0,26 p.p.
1984 3,04 −0,07 p.p.
1983 3,11 +0,32 p.p.
1982 2,79 −0,35 p.p.
1981 3,14 −0,6 p.p.
1980 3,74 +0,06 p.p.
1979 3,68 +0,47 p.p.
1978 3,21 −0,25 p.p.
1977 3,46 +0,33 p.p.
1976 3,13 +0,1 p.p.
1975 3,03 −0,83 p.p.
1974 3,86 +0,48 p.p.
1973 3,39 +0,34 p.p.
1972 3,05 +0,1 p.p.
1971 2,94 −0,72 p.p.
1970 3,66 −0,21 p.p.
1969 3,87 +0,01 p.p.
1968 3,86 −0,13 p.p.
1967 3,99 +0,01 p.p.
1966 3,98 +0,29 p.p.
1965 3,7 +0,26 p.p.
1964 3,44 +1,05 p.p.
1963 2,39 −2,11 p.p.
1962 4,5

Europa Ocidental, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Participação de minérios, concentrados e metais ferrosos e não ferrosos nas exportações de mercadorias. É a segunda medida da dependência de matérias-primas, depois dos combustíveis, e a diferença entre as duas tem conteúdo: o combustível é queimado, o metal permanece em circulação, por isso a especialização metalúrgica resiste melhor que a petrolífera à transição para as energias renováveis — e a demanda por cobre, lítio e níquel é justamente elevada por essa transição.

Importante: Minérios e metais juntos, sem separar matéria-prima de produto beneficiado: um país que exporta concentrado e outro que exporta laminados aparecem iguais neste indicador.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.