Participação de minérios e metais nas exportações — todos os países

Participação de minérios e metais nas exportações — Equador

Participação de minérios e metais nas exportações no Equador em 2024 — 6,89%. Posição 39 no mundo, de um total de 130. Desde 1962, o indicador aumentou 6,72 p.p..

2024 6,89% −0,11 p.p. vs 2023
Posição no mundo 39de 130
Máximo do período 7%2023
Mínimo do período 0,01%1975

Evolução ao longo do tempo

1962–2024 · % das exportações de mercadorias

Participação de minérios e metais nas exportações — Equador, 1962–20240246819621969197619831990199720042011201820241962: 0,17%1964: 0,38%1966: 0,24%1968: 0,24%1970: 0,55%1972: 0,33%1974: 0,15%1976: 0,1%1978: 0,07%1980: 0,17%1982: 0,05%1984: 0,01%1986: 3,26%1990: 0,15%1992: 0,73%1994: 0,22%1996: 0,19%1998: 0,15%2000: 0,2%2002: 0,26%2004: 0,26%2006: 0,71%2008: 0,65%2010: 0,62%2012: 0,66%2014: 0,74%2016: 1,07%2018: 1,34%2020: 4,12%2022: 6,61%2024: 6,89%
Variação no período: +6,72 p.p. Média anual: 0,11 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Equador

Equador 6,89%
Mundo 4,02%
América do Sul calculado 19,52%
Participação de minérios e metais nas exportações — Equador, por ano Equador Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 6,89 −0,11 p.p.
2023 7 +0,39 p.p.
2022 6,61 −0 p.p.
2021 6,61 +2,49 p.p.
2020 4,12 +2,72 p.p.
2019 1,4 +0,06 p.p.
2018 1,34 −0,02 p.p.
2017 1,36 +0,29 p.p.
2016 1,07 +0,08 p.p.
2015 0,99 +0,25 p.p.
2014 0,74 −0,1 p.p.
2013 0,85 +0,19 p.p.
2012 0,66 +0,04 p.p.
2011 0,62 −0 p.p.
2010 0,62 +0,13 p.p.
2009 0,49 −0,16 p.p.
2008 0,65 −0,17 p.p.
2007 0,82 +0,11 p.p.
2006 0,71 +0,26 p.p.
2005 0,45 +0,19 p.p.
2004 0,26 +0,07 p.p.
2003 0,19 −0,08 p.p.
2002 0,26 +0,03 p.p.
2001 0,24 +0,03 p.p.
2000 0,2 +0,08 p.p.
1999 0,13 −0,03 p.p.
1998 0,15 +0,01 p.p.
1997 0,15 −0,05 p.p.
1996 0,19 −0,11 p.p.
1995 0,31 +0,08 p.p.
1994 0,22 +0,06 p.p.
1993 0,16 −0,57 p.p.
1992 0,73 +0,58 p.p.
1991 0,15 −0,01 p.p.
1990 0,15
1987 0,17 −3,09 p.p.
1986 3,26 −0,29 p.p.
1985 3,55 +3,54 p.p.
1984 0,01 −0,03 p.p.
1983 0,04 −0,01 p.p.
1982 0,05 −0,1 p.p.
1981 0,15 −0,02 p.p.
1980 0,17 +0,1 p.p.
1979 0,07 +0 p.p.
1978 0,07 −0,05 p.p.
1977 0,13 +0,02 p.p.
1976 0,1 +0,1 p.p.
1975 0,01 −0,15 p.p.
1974 0,15 −0,15 p.p.
1973 0,3 −0,03 p.p.
1972 0,33 −0,3 p.p.
1971 0,63 +0,08 p.p.
1970 0,55 +0,06 p.p.
1969 0,49 +0,25 p.p.
1968 0,24 −0,08 p.p.
1967 0,32 +0,08 p.p.
1966 0,24 −0,05 p.p.
1965 0,29 −0,08 p.p.
1964 0,38 +0,06 p.p.
1963 0,32 +0,15 p.p.
1962 0,17

Sobre o indicador

Participação de minérios, concentrados e metais ferrosos e não ferrosos nas exportações de mercadorias. É a segunda medida da dependência de matérias-primas, depois dos combustíveis, e a diferença entre as duas tem conteúdo: o combustível é queimado, o metal permanece em circulação, por isso a especialização metalúrgica resiste melhor que a petrolífera à transição para as energias renováveis — e a demanda por cobre, lítio e níquel é justamente elevada por essa transição.

Importante: Minérios e metais juntos, sem separar matéria-prima de produto beneficiado: um país que exporta concentrado e outro que exporta laminados aparecem iguais neste indicador.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.