Balança comercial — todos os países

Balança comercial — Micronésia (sub-região)

Balança comercial na Micronésia (sub-região) em 2024 — -912.152.976 US$. Desde 2002, o indicador caiu 19,2%.

2024 -912 mi US$ −7,44% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período -765 mi US$2002
Mínimo do período -5,25 bi US$2022

Evolução ao longo do tempo

2002–2024 · US$

Balança comercial — Micronésia (sub-região), 2002–2024-6 bi-4 bi-2 bi0200220052008201120142017202020232002: -765.279.527 US$2003: -962.698.399 US$2004: -960.253.718 US$2005: -1.106.420.135 US$2006: -1.387.194.494 US$2007: -1.817.323.549 US$2008: -2.089.328.424 US$2009: -2.283.919.522 US$2010: -2.391.743.882 US$2011: -2.620.092.295 US$2012: -2.587.013.540 US$2013: -2.790.847.970 US$2014: -2.876.039.507 US$2015: -2.704.415.159 US$2016: -2.519.123.185 US$2017: -2.294.483.886 US$2018: -2.691.036.628 US$2019: -2.992.526.660 US$2020: -4.042.536.350 US$2021: -4.787.335.194 US$2022: -5.249.993.383 US$2023: -848.971.984 US$2024: -912.152.976 US$
Variação no período: −147 mi (−19,19%)

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Micronésia (sub-região)

Micronésia (sub-região) -912 mi US$
Mundo calculado 863 bi US$
Balança comercial — Micronésia (sub-região), por ano Micronésia (sub-região) Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 -912 mi −63,18 mi −7,44%
2023 -849 mi +4,4 bi +83,83%
2022 -5,25 bi −463 mi −9,66%
2021 -4,79 bi −745 mi −18,42%
2020 -4,04 bi −1,05 bi −35,09%
2019 -2,99 bi −301 mi −11,2%
2018 -2,69 bi −397 mi −17,28%
2017 -2,29 bi +225 mi +8,92%
2016 -2,52 bi +185 mi +6,85%
2015 -2,7 bi +172 mi +5,97%
2014 -2,88 bi −85,19 mi −3,05%
2013 -2,79 bi −204 mi −7,88%
2012 -2,59 bi +33,08 mi +1,26%
2011 -2,62 bi −228 mi −9,55%
2010 -2,39 bi −108 mi −4,72%
2009 -2,28 bi −195 mi −9,31%
2008 -2,09 bi −272 mi −14,97%
2007 -1,82 bi −430 mi −31,01%
2006 -1,39 bi −281 mi −25,38%
2005 -1,11 bi −146 mi −15,22%
2004 -960 mi +2,44 mi +0,25%
2003 -963 mi −197 mi −25,8%
2002 -765 mi

Sobre o indicador

Saldo do comércio exterior de bens e serviços: exportações menos importações. É a maior parte das transações correntes, mas não a totalidade delas — a renda de investimentos e as remessas não entram na balança comercial, e em países com grandes remessas os dois indicadores divergem em sentidos opostos. Um superávit não é, por si só, sinal de saúde da economia: um país que importa equipamentos para suas obras terá déficit justamente porque está investindo em crescimento.

Importante: Bens e serviços juntos. Em países com grandes exportações de serviços — turismo, transporte, programação — a balança de mercadorias pode ser negativa com o saldo total positivo.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.