Balança comercial — todos os países

Balança comercial — Samoa Americana

Balança comercial na Samoa Americana em 2022 — -268.000.000 US$. Posição 81 no mundo, de um total de 182. Desde 2002, o indicador caiu 509,1%.

2022 -268 mi US$ +25,97% vs 2021
Posição no mundo 81de 182
Máximo do período -29 mi US$2009
Mínimo do período -362 mi US$2021

Evolução ao longo do tempo

2002–2022 · US$

Balança comercial — Samoa Americana, 2002–2022-400 mi-300 mi-200 mi-100 mi0200220042006200820102012201420162018202020222002: -44.000.000 US$2003: -61.000.000 US$2004: -110.000.000 US$2005: -120.000.000 US$2006: -143.000.000 US$2007: -120.000.000 US$2008: -117.000.000 US$2009: -29.000.000 US$2010: -177.000.000 US$2011: -228.000.000 US$2012: -163.000.000 US$2013: -193.000.000 US$2014: -266.000.000 US$2015: -237.000.000 US$2016: -210.000.000 US$2017: -264.000.000 US$2018: -226.000.000 US$2019: -215.000.000 US$2020: -259.000.000 US$2021: -362.000.000 US$2022: -268.000.000 US$
Variação no período: −224 mi (−509,09%)

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Samoa Americana

Samoa Americana -268 mi US$
Mundo calculado 749 bi US$
Ásia Oriental e Pacífico calculado 685 bi US$
Países de renda alta calculado 535 bi US$
Balança comercial — Samoa Americana, por ano Samoa Americana Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2022 -268 mi +94 mi +25,97%
2021 -362 mi −103 mi −39,77%
2020 -259 mi −44 mi −20,47%
2019 -215 mi +11 mi +4,87%
2018 -226 mi +38 mi +14,39%
2017 -264 mi −54 mi −25,71%
2016 -210 mi +27 mi +11,39%
2015 -237 mi +29 mi +10,9%
2014 -266 mi −73 mi −37,82%
2013 -193 mi −30 mi −18,4%
2012 -163 mi +65 mi +28,51%
2011 -228 mi −51 mi −28,81%
2010 -177 mi −148 mi −510,34%
2009 -29 mi +88 mi +75,21%
2008 -117 mi +3 mi +2,5%
2007 -120 mi +23 mi +16,08%
2006 -143 mi −23 mi −19,17%
2005 -120 mi −10 mi −9,09%
2004 -110 mi −49 mi −80,33%
2003 -61 mi −17 mi −38,64%
2002 -44 mi

Polinésia, 2022

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Saldo do comércio exterior de bens e serviços: exportações menos importações. É a maior parte das transações correntes, mas não a totalidade delas — a renda de investimentos e as remessas não entram na balança comercial, e em países com grandes remessas os dois indicadores divergem em sentidos opostos. Um superávit não é, por si só, sinal de saúde da economia: um país que importa equipamentos para suas obras terá déficit justamente porque está investindo em crescimento.

Importante: Bens e serviços juntos. Em países com grandes exportações de serviços — turismo, transporte, programação — a balança de mercadorias pode ser negativa com o saldo total positivo.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.