Saneamento gerenciado de forma segura nos países do Mercosul em 2016 — 48,1%. Desde 2000, o indicador aumentou 11,6 p.p..
2000–2016 · % da população
Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mercosul
| Ano | % | Variação, p.p. |
|---|---|---|
| 2016 | 48,1 | +0,7 p.p. |
| 2015 | 47,3 | +1,3 p.p. |
| 2014 | 46 | +1,3 p.p. |
| 2013 | 44,8 | +1,2 p.p. |
| 2012 | 43,6 | +1,2 p.p. |
| 2011 | 42,4 | +1,1 p.p. |
| 2010 | 41,3 | +0,8 p.p. |
| 2009 | 40,5 | +0,8 p.p. |
| 2008 | 39,7 | +0,8 p.p. |
| 2007 | 38,9 | +0,8 p.p. |
| 2006 | 38,1 | +0,3 p.p. |
| 2005 | 37,8 | +0,3 p.p. |
| 2004 | 37,6 | +0,3 p.p. |
| 2003 | 37,3 | +0,3 p.p. |
| 2002 | 37 | +0,3 p.p. |
| 2001 | 36,8 | +0,3 p.p. |
| 2000 | 36,5 | — |
Proporção da população com saneamento gerenciado de forma segura — o degrau mais alto da escada da OMS e do UNICEF. Não basta ter banheiro próprio: os dejetos precisam ser tratados no local ou recolhidos e tratados fora dele. É a segunda condição que torna o indicador muito mais exigente que o saneamento básico: em muitas cidades grandes quase todos têm banheiro, mas não há estações de tratamento para todo o volume de esgoto, e por essa medida o país fica bem mais abaixo.
Importante: Considera não só a existência do banheiro, mas também o destino do esgoto, por isso os valores são bem mais baixos que os do saneamento básico.
Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.
Proporção da população com acesso a condições sanitárias melhoradas.
Mortalidade Taxa de mortalidade por água insalubre e falta de saneamentoQuantas mortes por 100 mil pessoas estão ligadas à água contaminada e à falta de saneamento e higiene.