Instalações para lavar as mãos — todos os países

Instalações para lavar as mãos — Zâmbia

Instalações para lavar as mãos na Zâmbia em 2024 — 18,4%. Posição 82 no mundo, de um total de 91. Desde 2008, o indicador aumentou 1,7 p.p..

2024 18,4% +0,1 p.p. vs 2023
Posição no mundo 82de 91
Máximo do período 18,4%2024
Mínimo do período 16,7%2008

Evolução ao longo do tempo

2008–2024 · % da população

Instalações para lavar as mãos — Zâmbia, 2008–202416,51717,51818,52008201020122014201620182020202220242008: 16,7%2009: 16,8%2010: 16,9%2011: 17%2012: 17,1%2013: 17,2%2014: 17,3%2015: 17,4%2016: 17,5%2017: 17,6%2018: 17,7%2019: 17,8%2020: 17,9%2021: 18%2022: 18,2%2023: 18,3%2024: 18,4%
Variação no período: +1,7 p.p. Média anual: 0,1 p.p.

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Zâmbia

Zâmbia 18,4%
Mundo 78%
África Oriental calculado 21%
Instalações para lavar as mãos — Zâmbia, por ano Zâmbia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 18,4 +0,1 p.p.
2023 18,3 +0,1 p.p.
2022 18,2 +0,1 p.p.
2021 18 +0,1 p.p.
2020 17,9 +0,1 p.p.
2019 17,8 +0,1 p.p.
2018 17,7 +0,1 p.p.
2017 17,6 +0,1 p.p.
2016 17,5 +0,1 p.p.
2015 17,4 +0,1 p.p.
2014 17,3 +0,1 p.p.
2013 17,2 +0,1 p.p.
2012 17,1 +0,1 p.p.
2011 17 +0,1 p.p.
2010 16,9 +0,1 p.p.
2009 16,8 +0,1 p.p.
2008 16,7

Sobre o indicador

Proporção da população que tem na moradia um local equipado para lavar as mãos com água e sabão. O indicador parece pequeno ao lado da rede de água e de esgoto, mas pela contribuição à redução das doenças diarreicas e respiratórias ele se compara a elas, e custa incomparavelmente menos. A pandemia de COVID-19 o tornou visível: descobriu-se que nos países mais pobres da África menos de um quarto da população tem essas instalações.

Importante: Não são pesquisados todos os países: onde praticamente todos têm essas condições, o dado não é coletado. Por isso o agregado por grupos de países só é calculado onde a cobertura é suficiente — a média apenas dos países pesquisados daria um quadro bem pior do que o real.

Fonte: Global Health Observatory (OMS), licença CC BY-NC-SA 3.0 IGO.