Insegurança alimentar na Nova Zelândia em 2023 — 17,3%. Posição 59 no mundo, de um total de 134. Desde 2015, o indicador aumentou 7,3 p.p..
2015–2023 · % da população
Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Nova Zelândia
| Ano | % | Variação, p.p. |
|---|---|---|
| 2023 | 17,3 | +0,9 p.p. |
| 2022 | 16,4 | +1,3 p.p. |
| 2021 | 15,1 | +0,6 p.p. |
| 2020 | 14,5 | +0,5 p.p. |
| 2019 | 14 | +0,1 p.p. |
| 2018 | 13,9 | +0,6 p.p. |
| 2017 | 13,3 | +2 p.p. |
| 2016 | 11,3 | +1,3 p.p. |
| 2015 | 10 | — |
O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles
Proporção da população que passou por insegurança alimentar moderada ou grave, segundo a escala FIES da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. O indicador não se baseia em calorias, e sim em um inquérito com as pessoas: pergunta-se às pessoas se no último ano elas tiveram de comer menos, pular refeições ou passar um dia inteiro sem comer por falta de dinheiro. Por isso ele capta o que a subalimentação por calorias deixa passar — a falta episódica em países onde a dieta média é suficiente.
Importante: As formas moderada e grave estão somadas, por isso os valores são bem mais altos que os do indicador de subalimentação. Baseia-se em um inquérito com as pessoas, e não no balanço alimentar — é uma medição independente, e não um refinamento.
Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.
Proporção da população cujo consumo de calorias está abaixo da necessidade mínima.
Comércio internacional Participação dos alimentos nas importaçõesQue parte das importações de mercadorias o país gasta com comida — medida da dependência alimentar.