Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — UEEA

Consumo de fertilizantes nos países da UEEA em 2023 — 30,1 kg/ha. Desde 1992, o indicador caiu 29,3%.

2023 30,1 kg/ha +1,6% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 42,5 kg/ha1992
Mínimo do período 12,9 kg/ha1994

Evolução ao longo do tempo

1992–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — UEEA, 1992–202302040601992199620002004200820122016202020231992: 42,5 kg/ha1993: 28,8 kg/ha1994: 12,9 kg/ha1995: 14,1 kg/ha1996: 15,1 kg/ha1997: 14,9 kg/ha1998: 13,5 kg/ha1999: 13,5 kg/ha2000: 14,1 kg/ha2001: 15,2 kg/ha2002: 14 kg/ha2003: 13,8 kg/ha2004: 14,5 kg/ha2005: 15,5 kg/ha2006: 18,6 kg/ha2007: 19,4 kg/ha2008: 21,1 kg/ha2009: 22,8 kg/ha2010: 22,4 kg/ha2011: 24 kg/ha2012: 22,7 kg/ha2013: 21,9 kg/ha2014: 21,2 kg/ha2015: 21 kg/ha2016: 21,3 kg/ha2017: 22,3 kg/ha2018: 22,7 kg/ha2019: 23,8 kg/ha2020: 27,3 kg/ha2021: 28,3 kg/ha2022: 29,6 kg/ha2023: 30,1 kg/ha
Variação no período: −12,5 (−29,3%) Taxa média anual: -1,11 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: UEEA

UEEA 30,1 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
Consumo de fertilizantes — UEEA, por ano UEEA Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 30,1 +0,5 +1,6%
2022 29,6 +1,3 +4,7%
2021 28,3 +1 +3,59%
2020 27,3 +3,5 +14,71%
2019 23,8 +1,1 +4,84%
2018 22,7 +0,3 +1,54%
2017 22,3 +1 +4,77%
2016 21,3 +0,3 +1,45%
2015 21 −0,2 −0,94%
2014 21,2 −0,7 −3,05%
2013 21,9 −0,8 −3,66%
2012 22,7 −1,3 −5,43%
2011 24 +1,6 +7,33%
2010 22,4 −0,4 −1,64%
2009 22,8 +1,7 +7,84%
2008 21,1 +1,7 +8,85%
2007 19,4 +0,8 +4,17%
2006 18,6 +3,1 +19,81%
2005 15,5 +1 +6,89%
2004 14,5 +0,7 +5,44%
2003 13,8 −0,2 −1,66%
2002 14 −1,2 −7,87%
2001 15,2 +1,1 +7,54%
2000 14,1 +0,7 +5,13%
1999 13,5 −0 −0,15%
1998 13,5 −1,4 −9,45%
1997 14,9 −0,2 −1,62%
1996 15,1 +1 +7,16%
1995 14,1 +1,2 +9,49%
1994 12,9 −15,9 −55,26%
1993 28,8 −13,7 −32,23%
1992 42,5

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.