Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Ásia Ocidental

Consumo de fertilizantes na Ásia Ocidental em 2023 — 104,7 kg/ha. Desde 1972, o indicador aumentou 390,1%.

2023 104,7 kg/ha +18,57% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 109,8 kg/ha2020
Mínimo do período 18,6 kg/ha1974

Evolução ao longo do tempo

1972–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Ásia Ocidental, 1972–202305010015019721978198419901996200220082014202020231972: 21,4 kg/ha1973: 24,2 kg/ha1974: 18,6 kg/ha1975: 28,6 kg/ha1976: 36,7 kg/ha1977: 39,3 kg/ha1978: 47,4 kg/ha1979: 42,7 kg/ha1980: 46,6 kg/ha1981: 43 kg/ha1982: 50,5 kg/ha1983: 60,6 kg/ha1984: 60,1 kg/ha1985: 59,5 kg/ha1986: 63,5 kg/ha1987: 71,2 kg/ha1988: 69 kg/ha1989: 73,5 kg/ha1990: 76,9 kg/ha1991: 71,4 kg/ha1992: 77,6 kg/ha1993: 84 kg/ha1994: 66,5 kg/ha1995: 68,8 kg/ha1996: 72,9 kg/ha1997: 75,7 kg/ha1998: 83,8 kg/ha1999: 85,4 kg/ha2000: 83,9 kg/ha2001: 78,7 kg/ha2002: 80,4 kg/ha2003: 75,3 kg/ha2004: 77,2 kg/ha2005: 79,7 kg/ha2006: 83,8 kg/ha2007: 81,8 kg/ha2008: 72,1 kg/ha2009: 86,3 kg/ha2010: 76,5 kg/ha2011: 75,4 kg/ha2012: 81,6 kg/ha2013: 86,2 kg/ha2014: 76,7 kg/ha2015: 78,3 kg/ha2016: 99,3 kg/ha2017: 95,8 kg/ha2018: 84,1 kg/ha2019: 93,1 kg/ha2020: 109,8 kg/ha2021: 94,8 kg/ha2022: 88,3 kg/ha2023: 104,7 kg/ha
Variação no período: +83,3 (+390,09%) Taxa média anual: 3,17 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ásia Ocidental

Ásia Ocidental 104,7 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Ásia Ocidental, por ano Ásia Ocidental Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 104,7 +16,4 +18,57%
2022 88,3 −6,5 −6,82%
2021 94,8 −15 −13,7%
2020 109,8 +16,8 +18%
2019 93,1 +9 +10,73%
2018 84,1 −11,7 −12,22%
2017 95,8 −3,5 −3,56%
2016 99,3 +21 +26,76%
2015 78,3 +1,7 +2,16%
2014 76,7 −9,5 −11,01%
2013 86,2 +4,6 +5,61%
2012 81,6 +6,2 +8,2%
2011 75,4 −1,1 −1,38%
2010 76,5 −9,8 −11,41%
2009 86,3 +14,1 +19,61%
2008 72,1 −9,6 −11,75%
2007 81,8 −2,1 −2,45%
2006 83,8 +4,1 +5,16%
2005 79,7 +2,4 +3,17%
2004 77,2 +1,9 +2,59%
2003 75,3 −5,1 −6,33%
2002 80,4 +1,7 +2,17%
2001 78,7 −5,2 −6,22%
2000 83,9 −1,5 −1,72%
1999 85,4 +1,6 +1,9%
1998 83,8 +8,1 +10,75%
1997 75,7 +2,7 +3,71%
1996 72,9 +4,2 +6,07%
1995 68,8 +2,3 +3,43%
1994 66,5 −17,5 −20,83%
1993 84 +6,3 +8,18%
1992 77,6 +6,3 +8,8%
1991 71,4 −5,5 −7,19%
1990 76,9 +3,4 +4,65%
1989 73,5 +4,4 +6,44%
1988 69 −2,2 −3,1%
1987 71,2 +7,7 +12,13%
1986 63,5 +4 +6,76%
1985 59,5 −0,6 −0,92%
1984 60,1 −0,6 −0,95%
1983 60,6 +10,1 +20,09%
1982 50,5 +7,5 +17,53%
1981 43 −3,7 −7,85%
1980 46,6 +4 +9,29%
1979 42,7 −4,8 −10,07%
1978 47,4 +8,2 +20,83%
1977 39,3 +2,5 +6,85%
1976 36,7 +8,1 +28,34%
1975 28,6 +10 +53,9%
1974 18,6 −5,6 −23,24%
1973 24,2 +2,9 +13,44%
1972 21,4

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.