Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Ruanda

Consumo de fertilizantes em Ruanda em 2023 — 31,8 kg/ha. Posição 134 no mundo, de um total de 191. Desde 1967, o indicador aumentou 32.690%.

2023 31,8 kg/ha +6,98% vs 2022
Posição no mundo 134de 191
Máximo do período 31,8 kg/ha2023
Mínimo do período 0,1 kg/ha2010

Evolução ao longo do tempo

1967–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Ruanda, 1967–202301020304019671973197919851991199720032009201520211967: 0,1 kg/ha1968: 0,2 kg/ha1969: 0,4 kg/ha1970: 0,4 kg/ha1971: 0,4 kg/ha1972: 0,5 kg/ha1973: 0,5 kg/ha1974: 0,7 kg/ha1975: 0,4 kg/ha1976: 0,4 kg/ha1977: 0,4 kg/ha1978: 0,4 kg/ha1979: 0,4 kg/ha1980: 0,1 kg/ha1981: 0,4 kg/ha1982: 1,3 kg/ha1983: 0,9 kg/ha1984: 2 kg/ha1985: 1,7 kg/ha1986: 1,2 kg/ha1987: 2,4 kg/ha1988: 0,7 kg/ha1989: 0,7 kg/ha1990: 3,4 kg/ha1991: 1,8 kg/ha1992: 0,8 kg/ha1993: 1,6 kg/ha1996: 0,4 kg/ha1997: 0,5 kg/ha1998: 0,4 kg/ha1999: 0,3 kg/ha2000: 0,3 kg/ha2001: 0,3 kg/ha2002: 2,2 kg/ha2003: 2,2 kg/ha2004: 1,8 kg/ha2005: 3 kg/ha2006: 3,4 kg/ha2007: 7,8 kg/ha2008: 9,5 kg/ha2009: 1,2 kg/ha2010: 0,1 kg/ha2011: 0,1 kg/ha2012: 4,7 kg/ha2013: 10,5 kg/ha2014: 11,3 kg/ha2015: 17,6 kg/ha2016: 8,8 kg/ha2017: 17,4 kg/ha2018: 14,9 kg/ha2019: 25 kg/ha2020: 29,1 kg/ha2021: 23,9 kg/ha2022: 29,8 kg/ha2023: 31,8 kg/ha
Variação no período: +31,7 (+32.690,03%) Taxa média anual: 10,9 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ruanda

Ruanda 31,8 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
África Subsaariana 19,6 kg/ha
África Oriental calculado 33,5 kg/ha
Países de renda baixa calculado 14,3 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Ruanda, por ano Ruanda Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 31,8 +2,1 +6,98%
2022 29,8 +5,9 +24,51%
2021 23,9 −5,2 −17,86%
2020 29,1 +4,1 +16,21%
2019 25 +10,1 +67,76%
2018 14,9 −2,5 −14,2%
2017 17,4 +8,6 +98,31%
2016 8,8 −8,8 −50,19%
2015 17,6 +6,3 +56,29%
2014 11,3 +0,8 +7,54%
2013 10,5 +5,8 +121,78%
2012 4,7 +4,6 +4.913,95%
2011 0,1 +0 +18,67%
2010 0,1 −1,2 −93,63%
2009 1,2 −8,3 −86,87%
2008 9,5 +1,7 +21,65%
2007 7,8 +4,4 +126,47%
2006 3,4 +0,4 +13,99%
2005 3 +1,2 +66,63%
2004 1,8 −0,4 −17,05%
2003 2,2 −0 −0,27%
2002 2,2 +1,9 +704,63%
2001 0,3 −0 −9,09%
2000 0,3 −0 −13,4%
1999 0,3 −0 −5,31%
1998 0,4 −0,1 −26,83%
1997 0,5 +0,1 +25%
1996 0,4
1993 1,6 +0,9 +110,06%
1992 0,8 −1 −56,41%
1991 1,8 −1,6 −47,04%
1990 3,4 +2,7 +391%
1989 0,7 +0 +4,69%
1988 0,7 −1,7 −72,1%
1987 2,4 +1,1 +91,2%
1986 1,2 −0,5 −26,83%
1985 1,7 −0,3 −13,24%
1984 2 +1,1 +124,39%
1983 0,9 −0,4 −31,3%
1982 1,3 +0,9 +227%
1981 0,4 +0,3 +194,19%
1980 0,1 −0,3 −67,32%
1979 0,4 −0 −2,01%
1978 0,4 −0 −2,05%
1977 0,4 −0 −5,86%
1976 0,4 +0 +9,2%
1975 0,4 −0,3 −41,11%
1974 0,7 +0,1 +26,97%
1973 0,5 +0 +2,42%
1972 0,5 +0,1 +35,68%
1971 0,4 +0 +2,54%
1970 0,4 −0 −5,02%
1969 0,4 +0,2 +128,45%
1968 0,2 +0,1 +81,88%
1967 0,1

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.