Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Camboja

Consumo de fertilizantes no Camboja em 2023 — 51,1 kg/ha. Posição 115 no mundo, de um total de 191. Desde 1961, o indicador aumentou 2.801,6%.

2023 51,1 kg/ha +55,14% vs 2022
Posição no mundo 115de 191
Máximo do período 51,1 kg/ha2023
Mínimo do período 0 kg/ha1988

Evolução ao longo do tempo

1961–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Camboja, 1961–2023020406019611968197519821989199620032010201720231961: 1,8 kg/ha1962: 0,3 kg/ha1963: 0,5 kg/ha1964: 0,5 kg/ha1965: 0,6 kg/ha1966: 0,6 kg/ha1967: 1,5 kg/ha1968: 1,4 kg/ha1969: 2 kg/ha1970: 1,3 kg/ha1971: 1,7 kg/ha1972: 1,3 kg/ha1973: 1,1 kg/ha1974: 0,8 kg/ha1975: 0,1 kg/ha1976: 0,1 kg/ha1980: 4,1 kg/ha1981: 9,5 kg/ha1982: 5,4 kg/ha1983: 2,4 kg/ha1984: 0,8 kg/ha1987: 0,2 kg/ha1988: 0 kg/ha1989: 0,1 kg/ha1990: 1,1 kg/ha1991: 1,5 kg/ha1992: 3 kg/ha1993: 3,9 kg/ha1994: 2,9 kg/ha1995: 2,6 kg/ha1996: 2,1 kg/ha1997: 5,9 kg/ha1998: 2,1 kg/ha2002: 6,9 kg/ha2003: 5,5 kg/ha2004: 6,8 kg/ha2005: 10,5 kg/ha2006: 10,3 kg/ha2007: 10,2 kg/ha2008: 9,9 kg/ha2009: 13,3 kg/ha2010: 15,6 kg/ha2011: 20,1 kg/ha2012: 26,9 kg/ha2013: 24,2 kg/ha2014: 26,9 kg/ha2015: 29,7 kg/ha2016: 21,3 kg/ha2017: 39,8 kg/ha2018: 42,2 kg/ha2019: 42,8 kg/ha2020: 44,2 kg/ha2021: 49,6 kg/ha2022: 32,9 kg/ha2023: 51,1 kg/ha
Variação no período: +49,3 (+2.801,61%) Taxa média anual: 5,58 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Camboja

Camboja 51,1 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
Sudeste Asiático calculado 267,9 kg/ha
Países de renda média-baixa calculado 128,5 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Camboja, por ano Camboja Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 51,1 +18,2 +55,14%
2022 32,9 −16,7 −33,59%
2021 49,6 +5,3 +12,08%
2020 44,2 +1,5 +3,46%
2019 42,8 +0,6 +1,35%
2018 42,2 +2,4 +6,08%
2017 39,8 +18,5 +86,79%
2016 21,3 −8,4 −28,22%
2015 29,7 +2,7 +10,14%
2014 26,9 +2,7 +11,17%
2013 24,2 −2,7 −9,87%
2012 26,9 +6,8 +33,84%
2011 20,1 +4,5 +28,54%
2010 15,6 +2,4 +17,91%
2009 13,3 +3,4 +34,28%
2008 9,9 −0,3 −2,84%
2007 10,2 −0,2 −1,56%
2006 10,3 −0,1 −1,32%
2005 10,5 +3,6 +53,51%
2004 6,8 +1,3 +24,23%
2003 5,5 −1,5 −20,95%
2002 6,9
1998 2,1 −3,9 −65,21%
1997 5,9 +3,8 +180,77%
1996 2,1 −0,5 −20,41%
1995 2,6 −0,2 −7,55%
1994 2,9 −1,1 −27,08%
1993 3,9 +1 +32,16%
1992 3 +1,4 +92,98%
1991 1,5 +0,4 +38,84%
1990 1,1 +1 +1.262,97%
1989 0,1 +0,1 +180,87%
1988 0 −0,2 −85,51%
1987 0,2
1984 0,8 −1,5 −64,58%
1983 2,4 −3 −56,18%
1982 5,4 −4,1 −43,48%
1981 9,5 +5,5 +134,57%
1980 4,1
1976 0,1 −0 −2,63%
1975 0,1 −0,7 −92,86%
1974 0,8 −0,4 −31,89%
1973 1,1 −0,2 −13,04%
1972 1,3 −0,5 −26,8%
1971 1,7 +0,5 +35,7%
1970 1,3 −0,8 −36,83%
1969 2 +0,6 +45,09%
1968 1,4 −0,1 −7,43%
1967 1,5 +0,9 +166,48%
1966 0,6 +0 +3,13%
1965 0,6 +0 +3,23%
1964 0,5 +0,1 +12,84%
1963 0,5 +0,1 +37,76%
1962 0,3 −1,4 −80,47%
1961 1,8

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.